Juiz do TRT5 comporá grupo nacional que estudará padronização da estrutura da Justiça do Trabalho

O juiz do TRT5-BA Firmo Ferreira Leal Neto, auxiliar da Corregedoria Regional, integrará o grupo de trabalho instituído pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) para estudar a padronização da estrutura organizacional e de pessoal da Justiça do Trabalho. O objetivo da equipe, criada pelo Ato nº 92/2019, de 24/9/2019, é avaliar a composição dos órgãos de primeiro e segundo graus e propor atualizações, tendo em vista que as últimas análises foram realizadas há mais de uma década.

Como representantes do TST foram nomeados o ministro Augusto César Leite de Carvalho, que será o coordenador do grupo, e o diretor-geral, Gustavo Caribê de Carvalho. Representam o CSJT a secretária-geral, Márcia Lovane; a coordenadora de Gestão de Pessoas, Rosa Amélia de Sousa Casado; e o coordenador de Gestão e Governança em Tecnologia da Informação, Antônio Pereira Lima Júnior. Para a vaga destinada à Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, foi indicado o corregedor-geral, ministro Lélio Bentes Corrêa.

A Associação Nacional dos magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) será representada pela presidente, Noemia Porto, e pelo diretor de Prerrogativas e Assuntos Jurídicos, Marco Antonio de Freitas, indicado como suplente. Também integram o grupo de trabalho a diretora da Secretaria de Gestão de Pessoas do TRT12 (SC), Vanessa Gesser de Miranda, o desembargador do TRT15 (Campinas e Região), Fernando da Silva Borges, a desembargadora do TRT2 (SP) Jane Granzotto Torres da Silva e os juízes Kleber de Souza Waki (TRT18/GO) e Márcio de Oliveira Neto (TRT20/SE), além da servidora do TRT4 (RS) Carolina da Silva Ferreira.

A primeira reunião do grupo de trabalho está agendada para o próximo dia 7 de outubro. A equipe terá um prazo de 90 dias para coletar o maior número de informações quantitativas e qualitativas no âmbito dos tribunais e Varas do Trabalho. O grupo poderá demandar assistência, informações ou análise de dados da área técnica dos TRTs, do TST ou do CSJT, desde que autorizado pelo presidente do Conselho.

Fonte: Anamatra, com edições da Secom TRT5 – 26/9/2019